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31 de julho, 2002 LONDRES - Os cães são muito mais inteligentes do que pensam os humanos. É o que afirmam cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Em uma reportagem da revista 'New Scientist', os pesquisadores afirmam que o melhor amigo do homem sabe contar e que tenta passar mensagens usando diferentes tipos de latidos. 'Especialistas em comportamento animal acreditavam que o latido era apenas uma forma de chamar atenção. Agora, um novo estudo sugere que cada cão tem um tipo específico de latido, com uma infinidade de significados', diz a edição da revista 'New Scientist'. Em geral, os cães latem alto quando são separados de seus donos. Já quando estranhos se aproximam ou a campainha toca, emitem latidos baixos e secos, explica a especialista em comportamento animal da universidade, Sophia Yin. Quando brincam, os sons são altos e espaçados. Os cães também possuem uma habilidade matemática que os faz perceber quando uma pilha de objetos é maior do que a outra. 'Mas para contar, o animal tem que reconhecer que cada objeto corresponde a um único número e que o último número na seqüência representa o número total de objetos', acrescentou a 'New Scientist'. O cientista Robert Young, da Universidade Pontifícia Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte, testou a teoria com cães mestiços. Os animais observaram uma pilha de objetos. Em seguida, o conjunto era tapado por uma tela. O pesquisador acrescentava alguns materiais ou deixava a pilha como estava. Se algo era acrescentado ou retirado, os cães observam por muito mais tempo. 'Cães são descendentes de lobos, que não só têm um grande neocortex - o centro do cérebro usado para a razão - mas também vivem em grandes grupos sociais', afirmou a revista. Young acredita que a habilidade matemática pode ter sido usada para contabilizar quantos inimigos e aliados existem em um grupo. (Com informações da Reuters) Fonte: www.globo.com
Desde 2004, a posse responsável de cães e gatos está inserida no currículo escolar de 74 escolas municipais e de outros 21 estabelecimentos da rede estadual de ensino de Guarulhos. A iniciativa faz parte do projeto Cão e Gato é um Barato, que consiste na capacitação de professores e educadores para trabalhar o tema em sala de aula, com o objetivo de combater o abandono de animais no município. Os primeiros resultados desse esforço serão apresentados em um workshop. O evento é dirigido a educadores, professores universitários, integrantes de organizações não-governamentais, de entidades protetoras de animais, e demais interessados no tema. Segundo a chefe de seção técnica de Vigilância Zoossanitária da Secretaria Municipal de Saúde, Lúcia Matias Gaudie Ley, o trabalho nas escolas já começou a mostrar que é possível mudar conceitos enraizados na população. "Constatamos que os animais não são mais vistos como objetos, mas como seres que têm fome, sede, sentimentos e que precisam de cuidados, atenção e carinho", explica. A chefe da seção técnica de Vigilância Zoossanitária explica que "o objetivo principal do projeto é conscientizar a sociedade sobre a importância da posse responsável e do controle da reprodução de cães e gatos, não só para garantir a saúde dos animais, como também do ser humano".
Desde criança sempre gostei de animais, queria fazer veterinária, mas por imposição de meus pais, segui outra carreira. Quando vejo algum na rua com sarna, atropelado, debilitado, viro o rosto para não ver, quando dá, mudo de calçada, tenho muita dó... não gosto nem de olhar. Quando escuto meu vizinho batendo no seu cão, tampo meus ouvidos para não ouvir. Não passo em frente à casa ao lado da minha, pois lá tem um cãozinho amarrado em uma corrente muito curta, sem água e sem comida, ele está muito magro, dá pena de ver. Não alimento os bichinhos da minha rua, porque tenho muita dó, não gosto nem de chegar perto. Quando minha cachorra deu cria, para não me apegar nos filhotinhos, peguei eles ainda com os olhinhos fechados, arrumei direitinho dentro de uma caixa de papelão e deixei em frente a um Pet Shop, tenho dó de deixar na rua. SABE... EU ADORO ANIMAIS. Uma vez quando eu morava numa casa com quintal, tinha um cão de porte médio, ele era muito inteligente, ia me esperar no portão todos os dias, era meu amigão, mas daí tive que me mudar para um apto e não pude levá-lo, então com muita dó, mandei para a protetora dos animais,sabe que nunca mais tive noticias dele!!!!, Mas era meu companheirão... Há!! SABE... EU ADORO ANIMAIS. Tive uma vez também um cachorrinho, muito alegre muito brincalhão que gostava de dar umas voltinhas na rua, depois de dois dias, percebi que ele não voltou, então meu vizinho disse que a carrocinha o tinha levado, NOSSA!! Fiquei com um aperto no coração, SABE... EU ADORO ANIMAIS. Em um domingo lindo ensolarado, estava indo para uma festa, quando quase tropecei em um cachorrinho atropelado, você não vai acreditar!! Sabe o que fiz?? Liguei para a protetora dos animais, ela prontamente me pediu o endereço para poder buscá-lo, minha consciência não ia ficar tranqüila sabendo que o animalzinho estava agonizando ali na calçada fria e suja. Não ia conseguir me divertir. Mais tarde liguei para saber se ela tinha ido buscar, ela me disse que estava com ele em um hospital veterinário e que ia se salvar, ela disse também que estava deixando lá vários cheques pré-datados, coitada!! Fiquei com dó dela. Depois disto TUDO que fiz, consegui me divertir na festa e o cãozinho se salvou, TUDO!!! graças a minha ligação SABE... EU ADORO ANIMAIS. Autor: Arlete D.Martinez
A gatinha Molly, 11 meses, que estava presa na parede de um prédio em Nova York há 14 dias, foi finalmente resgatada. Uma multidão de repórteres e curiosos acompanhou o resgate ocorrido na sexta-feira e quiseram se aproximar da bichana, que virou celebridade na cidade. Até uma rede de TV japonesa fez reportagens sobre o caso. "Acho que vocês concordam que ela está em boa forma", disse orgulhoso Peter Myers, dono da delicatessen que adotou a gata para matar os ratos que aparecessem no local. O prédio de 157 anos em que ela se encurralou faz parte de um conjunto de construções tombadas por seu valor histórico. Mesmo assim, a prefeitura autorizou os bombeiros a fazer o necessário para salvá-la - ou seja, até demolir uma parede. O resgate começou depois que Molly começou a arranhar e miar entre as paredes, após ficar presa entre os encanamentos e a fiação elétrica. Molly foi retirada por um operário que trabalhava na construção de um túnel na região. Ele girou e puxou a gatinha para que ela pudesse ser desprendida das paredes. Após o resgate, ela beliscou pedacinhos de porco, comeu um prato de sardinha e bebeu água.
Em Nairóbi, no Quênia, uma cadela vira-lata salvou a vida de uma recém-nascida que havia sido abandonada em um matagal próximo a um conjunto habitacional. Segundo testemunhas, depois que encontrou o bebê, a cadela o levou para junto de sua ninhada. A recém-nascida foi descoberta pela dona da cadelinha, que contou ter ouvido um choro de neném antes de encontrá-la deitada entre os filhotes da cachorra. O bebê estava enrolado numa camiseta velha e tinha o cordão umbilical coberto de moscas. A menina foi levada para o Hospital Nacional Kenyatta, onde foi submetida a tratamento com antibióticos e recebeu o nome de Angel. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital a pequena Angel está respondendo ao tratamento e passa bem. Fonte: Jornal O Globo
Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já tem vários cães; aqueles que não têm nenhum não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata. Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura... Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava. Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas. Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d'água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo. Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida. Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei. Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas. Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu. Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado. Autor desconhecido
Um ex-policial que gostava tanto de sua cadela, pediu para ser enterrado ao seu lado, em um cemitério de animais. Os restos cremados de Jim Crovetti, 69 anos, e de sua cachorra Rottweiler, chamada Lady, estão enterrados em urnas separadas, lado a lado, no cemitério Loving Rest Pet, no condado de Warren, perto de Des Moines, a capital do estado de Iowa. A viúva de Crovetti, Nancy, contou que muitas pessoas questionaram a decisão de se enterrar um homem em um cemitério para animais, mas ela justifica dizendo que era o desejo de seu marido. "O lugar é muito bonito e quando vou até lá, lembro dos bons momentos em que tinha os dois ao meu lado e vê-los juntos para sempre me dá conforto", disse a viúva. Crovetti e Lady, que era uma cadela farejadora de drogas, trabalharam juntos por nove anos no Departamento de Polícia do sul do estado de Iowa e no norte do estado de Missouri. Jim Crovetti morreu aos 69 anos, menos de seis meses depois da morte de Lady. Fonte: (Companhia de Noticias)
Nos Estados Unidos, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. “Entre 30 e 50 dólares”, respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse: “Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?” O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: “O que há com ele?” O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse: “Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!” O dono da loja respondeu: “Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente”. O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: “Eu não quero que você dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total”. O dono da loja contestou: “Você não pode realmente querer comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos”. Aí o menino sentou no chão e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: “Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso”.
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