Protetores e amigos que ajudaram, repassando e-mails, auxiliando com depósitos bancários, fazendo a casa de passagem, acompanhando no momento da difícil decisão, comunico que o nosso querido Assis foi eutanaziado ontem, dia 27 de Setembro de 2008. Resgatei-o em 5 de Julho e ele virou estrelinha - segundo palavras de protetores de animais - em 27 de Setembro, ontem. O Assis, mesmo depois de curado da sarna, hiper alimentado, vitaminado, e tendo se tornado um cão aparentemente muito saudável, começou a mancar e notei que ele parecia um cão forte na parte dianteira e um cão fraco e debilitado na parte traseira. Levei-o para um raioX. Foi constatado um tumor ósseo gravíssimo. É um câncer muito invasivo, rápido e com metástase, causando dores insuportáveis no cão. A cabeça do fêmur já estava desmanchada tendo a doença evoluído assustadoramente nos últimos 45 dias. E não é possível retirar parte da bacia, já comprometida pelo tumor. Foram apresentadas duas soluções: amputação da perna esquerda traseira ou eutanázia. Após muito chorar e pensar, tomei a decisão de evitar que Assis passasse por uma cirurgia mutiladora que não lhe curasse, apenas adiasse seu sofrimento e morte, em total infelicidade. Foi extremamente difícil optar por isso. Mas não me acho no direito de deixar que ele sofresse. Ele não sente mais dor alguma. Prefiro assim. Como disse uma amiga protetora, TALVEZ O TEMPINHO DELE AQUI NA TERRA ERA SÓ ATÉ CRUZAR O TEU CAMINHO. Assis esteve feliz e sob cuidados por 2 meses e 22 dias de sua curta vida, pois era um cão jovem. O que me conforta, e acredito que para quem o ajudou de perto, é que aliviamos sua tortura de ter permanecido na rua, faminto, cheio de vermes, tomado de sarna, com tumor ósseo e, o pior, solitário. Em especial agradeço às protetoras Marilene e Cláudia, que me ajudaram a capturar o grandão Assis, na Avenida Assis Brasil, em Porto Alegre. E Silvana que, num ato de coragem, o acolheu em sua casa por 45 dias. Silvana permitiu que Assis tivesse uma vida normal e cheia de amigos. Ainda agradeço de coração, e não menos imprescindíveis na vida do Assis, aquelas que me ajudaram com depósitos bancários. Especial agradecimento ao Dr. Vicente, que atuou de forma caridosa e profissional. E também aos que sempre enviavam um e-mail pedindo notícias do nosso amigo grande, dócil, humilde, obediente e simpático. Lamentando profundamente, envio fotinhos dele. E hoje talvez eu entenda porque ele se colocou no meu caminho, pois procurávamos outro cão. Assis surgiu do nada. Deitado numa calçada, inerte. Fui chamada ao local para resgatar um cão com muito menos sarna do que o anterior. E, aparentemente, muito mais saudável. Muito obrigada, Cleide =^..^=
Porto Alegre/RS - Dezembro de 1999
Segunda-feira - 14 de maio de 2007 - 6h15min da manhã soou o campainha do telefone e a trágica notícia: Ketty acabava de ir para o céu dos gatinhos...
Gracinha (assim a batizei) foi recolhida por uma moça no canteiro de uma avenida movimentada, no dia 19 de setembro de 2006. Já com sua vidinha por um fio. Deveria estar jogada ali há, pelo menos uns 4 dias, sem comer. Sequer sabia mamar em uma gata-mãe que conseguimos para ela. Ela teve que ser alimentada de seringa até ficar com um pouquinho de forças. Teve toda a sorte de doenças, e sempre conseguiu se safar, mesmo sabendo que os prognósticos para o seu futuro eram os piores possíveis, nunca desistimos dela, as pneumonias começaram a se tornar cada dia mais freqüentes. A cada mudança de temperatura, por mínima que fosse, lá estava ela com pneumonia outra vez. Até que hoje, 08/01/2007, com quase 4 meses de vida, ela partiu para sempre. Jamais esquecerei esse serzinho tão indefeso que tão pouco pudemos ajudar, por mais que tenhamos tentado, de todas as maneiras. Gracinha, seu corpinho ficará no meu jardim, sob muitas flores, mas sei que sua alma estará livre no céu dos gatinhos. Eu te Amei, te Amo e te Amarei para sempre, você será, em minha vida, o símbolo do desejo desesperado de viver. Você deixou em mim marcas profundas de amor incondicional. Só quando se perde um ser amado consegue-se dar valor à vida. Nina
Deixamos aqui registrada a nossa revolta diante da indiferença, de muitos, incluindo nossos governantes que muito poderiam fazer para minimizar o sofrimento de seres indefesos como você. Deixamos aqui registrado nosso repúdio àquela que foi sua "dona" até pouco tempo atrás. Deixamos aqui registrada a nossa imensa tristeza de tê-lo perdido para a morte. Mas também deixamos aqui registrada a nossa certeza que você foi para um lugar melhor, onde a crueldade, a insanidade, a indiferença, não existem. Só nos resta dizer: adeus... AMIGO... Novembro de 2006
Cachorra de aproximadamente 8 anos, seus dentinhos todos gastos diziam que não tinha tido uma vida fácil. Foi recolhida para um canil, estava muito desnutrida, cheia de vermes. Um dia uma protetora achou esse canil e começou a dar carinho e cuidados a todos que lá estavam. Cadela muito dócil, meiga, faceira. Certo dia ficou triste no outro mais triste, mas havia muitos cães para serem cuidados e a minha protetorinha não viu que eu estava morrendo. Quando começou a me notar já era muito tarde, pois estava com piometra. Levei-a imediatamente ao veterinário no qual não houve maneira de salvá-la. Só lembro do último adeus, em que quando eu saia do consultório ela me olhou e ‘disse’: Adeus, obrigada! Ainda teve forças pra balançar o rabinho. Isso pra mim foi tão certo que ela estava se despedindo que voltei e dei-lhe um beijo em seu fucinho. Branca querida se eu não fiz mais é porque realmente não tive condições. Fica em paz. Branca deixou esse mundo em setembro de 2006
A cadelinha Madona foi salva da morte quando sua madrinha e uma amiga subiram um morro para resgatá-la,pois seu dono havia matado todos os seus filhotes e furado um de seus olhinhos com uma enxada. Ela foi morar em outra cidade e foi feliz por um bom tempo, até que um humano cruel envenenou-a e a todos os seus amiguinhos da rua.
Morreu atropelada, em 2004, tinha apenas 6 meses.
A gatinha Piuí morou um tempo numa garagem até ser adotada já adulta. Foi companheira e amiga de sua dona por mais de 11 anos. Em fevereiro de 2004 foi para o céu dos gatinhos.
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